acid rain

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Criolo - Chuva Ácida

1w ago
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Description

(Criolo) Peixes mutantes invadindo o congresso Vomitando poluentes com o logotipo impresso Br(?) quem é do mangue não esquece As vítimas perecem, as famílias enlouquecem O caranguejo gigante decepando seus corpos Aniquilar suas famílias, jogá-las aos corvos Graças bizarras movidas a óleo, sem dó e sem dor Bicando seus olhos, sobrevoando em campos Uma seleção de mortos, pensamentos mórbidos (não) Realidade, carne e ossos Enquanto ser humano eu vou destruindo o que posso O elevador aqui só desce, o demônio é meu sócio Abriram (uuuuh) a caixa de pandora Saimon diz: Saiam agora! A chuva espalhando, todos os mares Ai ai, uiui (uiuiuiui), ai como isso arde É bateria de celular, similares (?) A peste invisível maculando os ares Mercúrio nos rios, diesel nos mares, o solo estéril, é já fizeram sua parte, uuuuh ó e salvem o planeta, papelzinho de bala no chão tio é muita treta O sádico monstro está à frente Sai do círculo vicioso e recicla sua mente (vamo estuda pô!) Minha rima é voraz, árdua e quente, o crioulo aqui é doido e os planos são dementes, E o futuro é num piscar de olhos, cê ta sabendo?(olha ali ó) fulano ali ta derretendo Eles ficam assim, olhando pra mim, terceiro setor, vem que tem dimdim, vendem a ideia de que são legais, nadar de costas vai jacaré abraça! (x2) Num universo de horrores, tuberculose, câncer, tumores, chagas que a prata não repara Vidas cujo o respeito, não viram nada O homem sendo a imagem da besta Crack a fichê(?) estão destruindo o planeta Em breve nascerão vacas sem tetas Nos cafezais, milharais, a praga dominando a colheita A água que é pouca sumirá totalmente Suas sacolas de dinheiro não comprarão seu copo de aguardente Porque destruiram a cana, que adoça os doces, que adoça o amargo da vida Olhar em volta e ver tanta burrice reunida Vamos parar com isso, aprender sobre a coleta seletiva de lixo Arqueólogos, geólogos, antropólogos (aaaah) façam parte dos nossos Respeito e instrução ao povo para dizerem sim eu posso, sim eu posso, sim eu posso Senhores do orgulho, arbutres comerão suas tripas no entulho As nuvens vão se formando, as gotas deteriorando, são as pernas quentes da morte aos poucos, aos poucos, aos poucos nos carregando Eles ficam assim, olhando pra mim, terceiro setor, vem que tem dimdim, vendem a ideia de que são legais, nadar de costas vai jacaré abraça! (x4) Nada de costas vai jacaré abraça!